Lombalgia: Muito mais que uma simples dor nas costas

Segundo especialista do Grupo Leforte, 80% das pessoas com mais de 60 anos irão sofrer com esta comorbidade. Natação e pilates são excelentes aliados

Uma simples “dor nas costas”, ou um pequeno “mau jeito”. Assim é identificada a lombalgia, uma das condições de dor crônica mais comuns, que representa a principal queixa na procura de consulta de neurocirurgia e ortopedia.

A lombalgia é caracterizada por uma dor localizada na região lombar, que pode pegar tanto a parte alta como baixa da mesma, dependendo de qual for a causa do sintoma, às vezes podendo irradiar para membros inferiores (ciatalgia, ou mais conhecida como dor do nervo ciática), principalmente quando associado a hérnias de disco com compressão de raiz nervosa.

Considerada aguda quando tem uma duração de até quatro a seis semanas, geralmente provocada por esforço físico ou má postura, pode evoluir para um quadro crônico quando persiste por 12 semanas ou mais, provocada por inflamação, infecção, artrose ou até mesmo a hérnia de disco. Contudo, existem outras situações como cálculo renal ou alguns tipos de tumor.

Segundo o Dr. Orildo Ciquini Junior, neurocirurgião do Grupo Leforte, “a lombalgia manifesta-se como dor, desconforto ou tensão muscular nas costas. Varia muito de pessoa para pessoa, podendo ser de diferente intensidade, entre ligeira e severa, ter uma frequência constante ou intermitente, por vezes súbita, e corresponder a uma dor tipo facada ou choque elétrico”. O médico também ressalta que outros sintomas possíveis são importantes para avaliar a gravidade de cada caso: rigidez, dor irradiada para as nádegas, virilhas ou pernas, ciática, adormecimento / formigamentos ou alterações da força e sensibilidade.

O primeiro passo para diagnosticar a lombalgia é procurar um médico especialista em neurocirurgia ou ortopedia. A avaliação começa pela história da sintomatologia (importante verificar se existiu algum fator desencadeante) e principalmente pelo exame físico do paciente. Posteriormente os exames mais frequentes solicitados para o diagnóstico devem conter uma radiografia de coluna lombo-sacra e uma ressonância nuclear magnética de coluna lombar.

Qualquer tipo de atividade física deve ser evitado até que o diagnóstico seja estabelecido. O tratamento clínico mais comumente indicado se baseia na utilização de medicações analgésicas, anti-inflamatórios e relaxantes musculares associados a fisioterapia analgésica e às vezes acupuntura.

”O tratamento preventivo para patologias relacionadas a coluna vertebral deve se basear principalmente pelo fortalecimento da musculatura para vertebral através de pilates, acompanhado por fisioterapeuta ou natação”, alerta o médico do Leforte.

A lombalgia é uma sintomatologia comum em todas as faixas etárias. Na população mais jovem, os fatores mais frequentes são: má postura, falta de atividade física (sedentarismo) ou exercícios realizados de modo inadequado. Aos 60 anos, 80% das pessoas apresentarão algum grau de lombalgia, muitas vezes decorrentes de osteoartrose, destaca o Dr. Orildo.

O Grupo Leforte está estruturado para diagnosticar e tratar todos os tipos de lombalgia em suas unidades, desde os tratamentos mais simples, até intervenções cirúrgicas (como a utilização de radiofrequência e cirurgias de implantes de próteses na coluna).

 

 

Dr. Orildo Ciquini Júnior, é graduado pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Fez residência de neurocirurgia no Hospital das Clínicas da FMUSP e possui doutorado em Neurocirurgia na Faculdade de Medicina da USP. Para informações sobre atendimento, entre em contato pelo telefone (11) 3345-2288

 

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Testemunhos

Gostaríamos de agradecer ao Dr Pierry Louys Batista, em nome de todos os pediatras, toda equipe assistencial, de atendimento, segurança, higiene e do laboratório Delboni, pois percebemos que houve a verdadeira hospitalidade que todos falam, mas poucos exercem: a de fora dos livros.

Gustavo Ambrósio Tenório

Equipe de enfermagem muito bem preparada, atenta e disponível para qualquer chamado. Muito educada e cordial também, por exemplo, sempre ao entrar no quarto os enfermeiros avisavam meu pai que a luz seria acesa, não acendendo diretamente na “cara” da pessoa, que estava despreparada.

Antônio Rafael de Carvalho
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